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O (MAL) USO DA INTERNET

Uma palavra aqueles que lerão as próximas linhas.

Diante de minha formação e chamada, verificando junto a Palavra do Senhor Jesus, a Bíblia Sagrada a conduta que muitos cristãos tem tido na internet, especialmente nas redes sociais, venho prestar uma singela contribuição com a finalidade de mantê-lo em íntima comunhão com o Senhor.
Nunca ORAR vem antes de VIGIAR. Isto porque você pode em 24 horas, dedicar-se a orar 1, 2, 10, 15, 20 horas, porém, se deixar de vigiar 1 segundo, poderá por tudo o que fora conquistado a perder.
São célebres as palavras do Senhor “Eis que venho como ladrão. Bem-aventurado aquele que vigia, e guarda as suas roupas, para que não ande nu, e não se vejam as suas vergonhas.” Apocalipse 16:15
Boa leitura.

INTRODUÇÃO
Estava pensado a pouco sobre a minha paixão por tecnologia. Pensar que na infância, para assistir um filme preto-e-branco tinha que me deslocar para a praça pública e aguardar junto com metade da cidade o guarda da praça ligar a televisão. O mais importante disto não era o que passava, mas, como que alguém poderia colocar imagens ali. Parece piada, mais não é, e olha que sou bem novo, pelo menos é assim que me considero!
Com o passar dos anos, alguns vizinhos (o mais nobres) adquiriam essa tecnologia que fazia com que suas salas ficassem cheias (de outro vizinhos) para assistir a programação. Lembro-me vivamente dos rostos espantados com a tela monocromática.
Ainda solteiro, com 17 anos adquiri o primeiro computador um Prológica Sistema 700. Dava para fazer alguns programinhas em basic e ditar alguns comandos que fazia a tela preta com letras verdes fosforescentes piscarem, demais… Legal né? Claro, para quem teve acesso ao ENIAC e o UNIVAC isso era um tremendo progresso.
Essa pequena história deve ter feito alguém nascido na década de 90 pensar: “esse é jurássico”!

 

A TECNOLOGIA NA BÍBLIA
Jurássico ou não o que importa é que a mais de dois milênios a Palavra de Deus, também conhecida como Bíblia Sagrada, Livro Santo, Única regra de fé e prática, continua infalível em suas profecias reveladoras. Bem disse Salomão “O que foi, isso é o que há de ser; e o que se fez, isso se fará; de modo que nada há de novo debaixo do sol.” (Eclesiastes 1:9). Bem, então não sou assim tão jurássico, aliás, me parece contraditório para aqueles que acham que agora que inventarem a roda.
Sinceramente existem coisas que ainda o homem não descobriu como se fazer: Deus criou tudo que existe pelo seu poder (Isaías 40:18-26; João 1.1-3). O homem com toda sua tecnologia ainda não conseguiu fazer um edifício com a mesma técnica em que um tronco segura uma frondosa árvore.
A ciência tem comprovado a veracidade da Palavra de Deus. Embalsamar não é um negócio novo, os antigos egípcios o faziam eficazmente, Zafenate-Panéia foi embalsamado e centenas de anos após foi levado do Egito para a Terra Prometida (vide: Gênesis 41:45; 50:26; Êxodo 13:19). Então faça as contas: José tinha 30 anos quando começou a governar o Egito (Gênesis 41:46), morreu com 110 anos e os Israelitas viveram no Egito 430 anos. Assim, quando os israelitas saíram do Egito, já faziam 350 anos que José morrera: “E Moisés levou consigo os ossos de José”.
Os cientistas descobriram recentemente que as estrelas emitem sons. Um telescópio da NASA registrou a música das estrelas. Ora, até o crente analfabeto (que gosta de estudos bíblicos e EBDs) e semi-anafalbetos (que gosta de ler, mesmo que soletrando a Bíblia) já sabia disto. O próprio Deus revela que em suas reuniões as estrelas juntos com miríades de anjos louvam o Seu Santo Nome (Jó 38:1-7)
O princípio da publicidade está lá em Deuteronômio (6: 4-9). Habacuque recebeu a ordem do Senhor para fazer outdoors (Habacuque 2:2), progresso da ciência na construção de automóveis, aviões, estradas, etc. (Naum 2:4). E a internet, televisão, satélites e toda parafernália tecnológica que já estão disponíveis hoje? Ah, não está de fora da Bíblia não, leia e conclua por você mesmo Apocalipse 11:1-13.
De todos os avanços tecnológicos, os que mais temos acesso são a internet e televisão. Já é sabido de todos os malefícios e benefícios que estes meios podem causar. A influência é magnética, indissociável e por vezes fatal na maioria de nossas decisões. Decisões, aí é que reside o problema. Se somos corrompidos por influências exteriores, logo, nossas decisões serão maculadas por vontades alheias.
Impossível viver sem isso, mais tem um remédio: a Palavra de Deus. Jesus já orou ao Pai intercedendo neste sentido (João 17:15) e nos deixou a vacina certa (Mateus 6:9-13; João 15:3; Colossenses 3:16).
Assim, se cremos na Palavra devemos viver e andar por ela (João 5:39).

 

JULGAMENTO: QUANDO JULGAR (NÃO) É PECADO
Estamos vivendo dias em que tudo que se diz em desfavor da conduta de alguém, ouve-se “quem é você para julgar?” os mais entendidos citam até a Bíblia “não julgueis para que não sejais julgados!” é verdade, está lá em Mateus 7. A respeito disso alguns até lançaram campanhas virtuais sobre julgamento, do tipo “Campanha Noé: Noé da sua conta” ou “Campanha pela vida: cada um cuidando da sua”.
Sem querer ser prolixo e muito menos cansativo, farei breves comentários sobre o tema com a finalidade de que o leitor entenda melhor ao ponto final.
Em síntese entende-se por julgamento uma avaliação sobre diversos fatores ou provas para que se tenha uma decisão com embasamento legal. As três acepções mais importante de julgamentos são: a psicológica, a jurídica e a religiosa.
A psicológica ou juízo de valor seu pendor é sobre a correção ou incorreção de algo com base num ponto de vista pessoal onde prepondera a sabedoria, discernimento e experiência na causa por parte do julgador, julga-se aqui valores quer pessoais ou impessoais. Como exemplo citamos o julgamento de uma preleção, um concurso de louvores, uma coreografia…
A jurídica, em que pese ser a mais famosa, é a que reside na decisão de um juiz investido de autoridade estatal que com base no conjunto de provas em suas mais diversas modalidades prolata a sentença final condenatória ou absolutória. No caso, uma decisão sobre homicídio, roubo, furto, calúnia, difamação, contratos não cumpridos…
Já a religiosa firma-se no conceito Bíblico-doutrinário onde as penalidades serão impostas por Deus em desobediência à Sua ordem ou recompensa em obediência ao Seu mandato. Assim, podemos afirmar que se alguém garantir saber o dia da segunda vinda de Cristo estará cometendo pecado, pois está frontalmente contrário aos ensinos Bíblicos (Mateus 24.36). Se alguém garantir salvação a outrem que vive na prática do pecado (1João 3.6; Apocalipse 22.15; 1Timóteo 1:10) será passível de condenação tanto quanto o que condena seu irmão (Mateus 5.22) isto porque a ordem Bíblica é para abençoarmos até quem nos persegue (Romanos 12:14).
Todos nós julgamos. Todos nós somos julgados. E isso diariamente. Já tomou alguma decisão antes de julgar se o resultado final seria benéfico ou não? Claro que sim, algumas acertou outras nem tanto, porém, a verdade é que “julgamos”.
Parece contraditório essa questão. Por favor, antes de continuar leia esse texto em 1Coríntios 5:1-13.
Note a Igreja neste texto revela-se como agente julgadora, no caso um membro da Igreja que estava cometendo incesto. Um dos textos mais fortes sobre julgamento na Igreja. Observe que no versículo 5 o veredicto revela-se contundente “Seja entregue a Satanás para destruição da carne” para em seguida revelar o objetivo final “para que o espírito seja salvo no dia do Senhor Jesus.” Não parece contraditório? Mais é isso. O pecado destrói a carne, o ser humano entregue ao pecado, torna-se escravo do pecado (João 8:34; Romanos 6:12), vindo a morte (Romanos 5:12; 6:23). Mas como entender a parte final do verso? Ora, se um cidadão na prática do pecado continua na Igreja cantando, pregando, dirigindo cultos, cumprimentando e sendo cumprimentado por todos… achando que é normal, dificilmente será convencido do seu erro, afinal justificativas não lhe faltará para dizer “sou cristão, sou salvo”. Se houver julgamento e este tal for expulso, quando tiver comendo as “bolotas” do pecado terá uma chance de retornar à Casa do Pai, isto porque foi nos dado o Espírito Santo que entre tantas funções é o de convencer o homem do pecado (João 16.8-11).
O “não julgueis” dito por Jesus, é mais uma advertência para aqueles que por qualquer razão, motivo, desejo, excesso de santidade, vive continuamente julgando os demais e não uma proibição terminal e uma justificação para isentarmos de tal responsabilidade. O julgamento começa por nós mesmos (1Corintios 11:31). Lembre-se que toda decisão judicial em qualquer acepção deve ser embasada no conjunto probatório que provará a inocência ou culpabilidade do acusado em conformidade com a norma legal. Embora estejamos debaixo da graça, não estamos isentos de julgamento (Por favor, leia Mateus 5:20-30), é fácil?

INTERNET: UM TERRITÓRIO SEM LEI?
Amparado pela solidão do quarto ou pela discrição de olhares não convidados, o uso da internet torna-se atrativo para se cometer os piores crimes ou ações e “aparentemente” escondido.
Há um submundo aparente na internet. O que vemos e ouvimos é uma pequena parte daquilo que realmente se passa através dos cabos, redes de fibras óticas, wi-fi, satélites….
Para os desavisados que colocam na rede qualquer pensamento que lhe vem à mente ou para atingir um desafeto, na escuridão da internet e pensando que está protegido, vai um conselho: mesmo que a mensagem que causou estrago seja excluída, será apenas para os usuários e não para o servidor. Todo servidor mantem cópias das mensagens inativadas. Como ocorrem nos programas televisivos e radiofônicos em que há uma exigência para que se mantenha a programação gravada num determinado lapso temporal na rede existe opções de se restaurar até equipamentos danificados, portanto, pense bem antes de fazer mal uso desta que pode ser uma benção para a humanidade.
Somente para efeito pedagógico, segue alguns links de julgados referente a crimes virtuais em sede de Tribunal de Justiça (TJSE – AGRAVO DE INSTRUMENTO AI 2012200101; TJSP – Apelação APL 548905520088260050; TJRS – Agravo de Instrumento AI 70048950281).
É atribuída a Abraham Lincoln, o 16º Presidente dos Estados Unidos a seguinte frase: “Quase todos os homens são capazes de suportar adversidades, mas se quiser por à prova o caráter de um homem, dê-lhe poder.” Mais de um século Lincoln continua correto.
A internet nos dá esse poder: PODEMOS colocar o que pensamos, se formos contraditados PODEMOS revidar sem olhar nos olhos de quem está nos contraditando, PODEMOS nos manter no anonimato (pelo menos aos olhos), PODEMOS ser outra pessoa, PODEMOS jogar pedras, PODEMOS brincar com o sentimento alheio, PODEMOS fazer piadas, PODEMOS escrever palavras de baixo calão, PODEMOS colocar desenhos com sugestões sensuais e até mesmo pornográficos, PODEMOS ridicularizar instituições (Igrejas, Justiça, Governo), PODEMOS escrever gírias, PODEMOS demonstrar nossos mais íntimos sentimentos, PODEMOS revelar nossa intimidade, PODEMOS manter relações sexuais virtuais, PODEMOS trair nosso cônjuge, noivo(a), namorado(a), PODEMOS atirar em um urubu e acertar uma centenas de pombos sem nos incomodar com o prejuízo, PODEMOS, PODEMOS, PODEMOS… será?
PODEMOS sim! Afinal sou autônomo e livre, vivendo num país democrático que garante constitucionalmente minha liberdade de expressão. Só não posso esquecer que tudo na vida tem um preço e o menor deles é o monetário.
Retornando ao nosso objetivo, numa linguagem cristã, estamos vivenciando um momento de iniquidade. Palavra que aparece mais de 300 vezes na Bíblia Sagrada. Mas o que é iniquidade?
Num conceito dicionarista significa (latim iniquitas, -atis), desigualdade, excesso, demasia, desvantagem, dificuldade, injustiça. s. f. 1. Qualidade ou carácter de iníquo. 2. Grande injustiça. 3. Ato malvado. = CRIME, PECADO, PERVERSIDADE. No entanto, a origem da palavra na Bíblia é traduzida do grego anomia (anomia), construída pela partícula negativa “a” (sem) + “nomos” (lei), ou seja, sem lei.
Vejamos alguns textos:
1) O salário do mercenário; Atos 8:18-24;
2) A recompensa de quem é iniquo, Mateus 7:23; Lucas 13:27;
3) Pecado e iniquidade são irmãos gêmeos, 1João 3:4;
4) A recompensa de quem odeia a iniquidade, Hebreus 1:9.
Como anteriormente provamos, a internet já estava vaticinada nas Escrituras. Deus não se olvidou disto tampouco de deixar claro seu posicionamento quanto a sua utilização.
O impressionante é que estamos vivendo um momento de extrema insensibilidade. As coisas estão sendo valorizadas e as pessoas usadas, inverte-se os papéis, os valores são banalizados, o estado moral e espiritual está decaindo dia após dia, parece que vivemos num deserto rodeados de multidões. Impressiona o quanto está difícil encontrar alimento confiável, os crentes bereanos estão desaparecendo e muitos estão sobrevivendo às custas de conhecimento alheio que muitas vezes estão misturados com ervas daninhas, há morte na panela (2Reis 4:40). É a banalização do mal.
Regra geral: ninguém menospreza o inimigo sob pena de ser derrotado!
Diariamente somos bombardeados com notícias tristes: violência gratuita, crianças e adolescentes desaparecidas, assassinatos em massa, aumento da criminalidade, consumo de drogas, pessoas famintas, desemprego, traições, destruição de famílias, legalização do mal, injustiça social…. a lista é enorme. É o resultado do pecado. O pecado gera a morte, lembra? A Bíblia revela tudo isso.

CRISTÃOS (PERDIDOS) NA INTERNET
A maioria de nossa população se manifesta no senso como cristã. Em 2010 se apurou que no Brasil 86,8% da população tem por religião o Cristianismo (católicos e evangélicos). Então, temos mais de 170 milhões de brasileiros cristãos. Assim, para estes a Bíblia Sagrada deve ser a regra de fé e prática. Não é à toa que é o maior best-sellers de todos os tempos!
Sem entrar no mérito religioso, não tenho outra definição melhor para apresentar ao termo “cristão” a não ser esta em que a Bíblia nos revela em Gálatas 2:20, a saber: “Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim.”
Se acredite em vida após a morte, juízo final, existência do céu e inferno, anjos e demônios, Deus e o diabo, e, especialmente na Bíblia Sagrada como a Palavra de Deus, então, por favor continue a leitura, só tem mais um pouquinho!
Ah, caso não acredite, continue lendo do mesmo modo, pois, um dia vai descobrir que tudo isso é verdade (da melhor ou pior maneira).
Descobrimos nos textos Sagrados que “os olhos do SENHOR estão em todo lugar, contemplando os maus e os bons.” Provérbios 15:3;
Minha dúvida é se as pessoas que trafegam pela escuridão da rede sabem disso. Parece que não! Pois, se souberem estão cometendo gravíssimo pecado (Tiago 4.17) e se não sabem não haverá escusa perante Deus, porquê?
Simples: as Novelas, o Facebook, o Orkut, o Twitter… serão testemunhas no Juízo contra aqueles que alegarem desconhecerem as Escrituras Sagradas (Mateus 22:29). Mais alguém pode alegar que não tendo conhecimento está livre: ledo engano (por favor, leia: Oséias 4:6; Romanos 2:12), porém, acredito que o pior é não desejarem ouvir a Palavra (Leia: Mateus 11:15; 13:9; 13:43; Marcos 4:9; Lucas 8:8; 14:35; Apocalipse 2:7; 2:11; 2:17; 2:29; 3:6; 3:13; 3:22).
Não é de hoje que as pessoas fogem das verdadeiras responsabilidades. Jesus certo dia reclamou que o povo não o queria ouvir (João 8:43), viraram as costas para o apóstolo Paulo (Atos 17:32), são “incircuncisos de coração” (Ezequiel 44:7), de dura cerviz (Atos 7:51), desobedientes a pais e mães (2Timoteo 3:2; Romanos 1:30). Adverte a Palavra que os tais serão consumidos, assim como foi os povos antediluvianos (1Pedro 3:20).
Para aqueles que se justificam que não estamos mais vivendo debaixo da lei e sim debaixo da graça. Nada mais correto, porém, desconfio que muitos perderão a salvação justamente por acreditar que vivendo na dispensação da graça, pode tudo! Ledo engano.
Já lemos que na lei a ordem era “não adulterarás” (Êxodo 20:14; Mateus 5:27), assim é que caso houvesse um adultério o procedimento era sumário e a pena era a morte (Levítico 20:10; João 8:3-5). Logo, as pessoas tendia a fugir de tal ato ilegal.
No Novo Testamento a pena capital foi abolida (João 8:6-7). Atente para o detalhe: Jesus não aboliu o adultério, mais ampliou o conceito: quando Ele confronta os acusadores com os próprios pecados, Jesus disse que todos estavam em adultério, e que adultério era esse? A Bíblia tem a resposta, veja 1Crônicas 5:25; Tiago 4:4; Mateus 5:27-28; e aponta o resultado final Hebreus 13:4; 1Coríntios 6:10; Apocalipse 21:8; 22:15.
Para aqueles que acham que os jovens estão fora dessa e estende um tapete para cometer pecados, e pra Deus pouco importa se são virtuais, Salomão já advertiu em Eclesiastes 11:9 e Tito complementa com preciosos conselhos Tito 2:3-6.


CONCLUSÃO
O problema do atalho é que ele apresenta uma maneira mais rápida de chegar-se ao objetivo desejado, desde que você corra alguns riscos. Nem sempre o atalho cumpre o que promete, via de regra te levará a ciladas e pior, quando procurar o caminho de volta, dificilmente o encontrará. Depende de quanto já se comprometeu nessa caminhada!
Graças a Deus que enquanto houver fôlego de vida haverá esperança (Hebreus 9:27).
Assim é que o cristão moderno deve lembrar que depende da Bíblia para andar, viver, conviver, proceder e por fim morrer, nela se concentra toda a Verdade. A Bíblia não é jurássica (ultrapassada), nunca esqueça isso!
Nosso propósito nesse singelo estudo não foi e não é julgar quem quer que seja, mas, uma pequena advertência e levá-los a uma reflexão fundamentada na Palavra de Deus, nosso Guia eficaz.
Mesmo porque não posso abandonar as Palavras do Mestre que brada com força “E não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno a alma e o corpo.” Mateus 10:28


Que Deus em Cristo nos guarde para sua preciosa vinda.

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